Normalmente começamos a tocar por uma ligação emocional e auditiva com a música.
Claro que algumas pessoas entram nessa pela estética glamourosa de segurar um instrumento, mas normalmente o que nos prende é o som, a ligação emocional/espiritual que temos com a música.
Em contra partida, começamos a estudar e, cada vez nos meter no nosso mundo, que se distancia daquele apego inicial, começamos a buscar o que é mais difícil, mais impressionante, o que vai nos colocar num andaracima do resto.
Claro que com o refinamento vamos nos moldando e, muitas vezes, não compactuando com o mesmo gosto popular, mas o meu ponto é outro.
Nunca podemos perder a ligação emocional com a música, muitas vezes estamos preocupados com a técnica, em estudar o que é mais difícil e não necessariamente estudar o que é mais proficiente ou musical.
Acredito que o segredo esteja em encontrar o equilíbrio, não necessariamente o mais difícil, mas aquilo que vai te ajudar a alcançar o objetivo musical que você deseja, talvez seja algo simples, talvez complexo, mas o importante é que no final vire música.

moore.

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