PERGUNTAS:

1) Qual é a profundidade da sua ligação com a música (emocional, racional e espiritual)?
2) Você tem prazer em passar horas do seu dia praticando o instrumento e estar envolvido com a música?
3) Aprender nem sempre será a coisa mais agradável, mesmo sendo música. Você esta disposto a prosseguir sabendo disso?
4) Você esta disposto a carregar seu instrumento por ai por cachês insignificantes, tocar em lugares ruins e para pessoas que não se importam com o que você esta fazendo?
5) Você esta disposto a tomar iniciativa para promover o seu trabalho musical? Isso quer dizer fazer coisas chatas que nada tem a ver com tocar um instrumento como telefonar, mandar e-mails, conversar com seres humanos.

RESPOSTAS:
1) Se a música não é a sua primeira opção, se ela não bate forte numa ligação simbiótica, talvez você deva seguir como um hobista (pode ser um hobista extremamente sério) e não necessariamente como uma músico profissional. Quem quer prosseguir na música deve ter em mente que a escolha, antes de tudo, envolve prazer, foco, paixão e transpiração.
2) Se você curte música, curte tocar, mas não é pirado por isso ao ponto de ser ver o dia todo envolvido, então você deve pensar muito seriamente em ter uma profissão paralela e levar a música em segundo plano, apenas tendo prazer quando bem entender. O músico profissional precisa ter disciplina diária.
3) A visão do músico estrela, vagabundo e milionário existe na mesma proporção de ganhadores da loteria, portanto a regra é da transpiração.
4) Não quer dizer que a vida toda você vai ficar tocando em lugares vagabundos, para plateias alheias ao que você faz e carregando o seu equipamento, mas com certeza isso vai acontecer por muitos anos.
5) Pouco adianta ser “O músico” e ficar esperando que as pessoas cheguem até você. O músico profissional, mais do que em tempos anteriores, precisa arregaçar as mangas e ser o próprio empresário.

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