Continuo lendo o livro Criatividade S.A e me surpreendendo com alguns insights e a similaridade do processo criativo entre fazer músicas e filmes, em ambos os casos, usamos o lado técnico e criativo.
Influências são sempre necessárias, ninguém cria sem antes ter acesso ao mais velho, a quem desbravou antes, mas é preciso muito cuidado neste sentido, para não ficar eternamente apegado a isso e para não se apoderar do que deu certo para outras pessoas como um caminho que precisa ser copiado literalmente.
Transcrevendo um trechos do livro: “Quando produtores de filmes, desenhistas industrias ou pessoas em qualquer outra profissão criativa meramente cortam e remontam aquilo que veio antes, existe uma ilusão de criatividade, mas é trabalho manual sem arte. Habilidade é o que se espera que tenhamos, arte é o uso inesperado de nossas habilidades.
Apesar de copiar o que veio antes ser um caminho garantido para a mediocridade, isso parece uma escolha segura, e o desejo de estar seguro. Ter sucesso com risco mínimo, pode contaminar não só indivíduos, mas também empresas inteiras. Se sentirmos que nossas estruturas estão rígidas, inflexíveis ou burocráticas, devemos arrombá-las, sem nos destruir no processo. A questão de como fazer isso deve ser analisada continuamente, não existe uma resposta única, porque condições e pessoas mudam constantemente.
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shredders.

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