Na música existe uma necessidade de competição e uma necessidade de não competição.
Existe uma competição natural de mercado onde muitas pessoas disputam por uma posição e, neste sentido, na maior parte das vezes a peneira é objetiva.
Se está aberta uma vaga para dar aula em uma universidade ou para tocar numa banda/orquestra, normalmente é aberto um processo seletivo, onde se busca atributos específicos no músico e, quem cumprir da melhor maneira, eliminará o outro concorrente. Nestes casos a competição é natural, necessária e sadia.
Este é apenas um exemplo entre muitos que temos de competição dentro do mercado musical. Quem estiver melhor capacitado para a vaga leva.
Por outro lado, existe um critério subjetivo e pessoal que muitas pessoas entendem como competição, mas que no fundo é apenas preferência.
Guitarrista X toca melhor que guitarrista Y, Guitarrista A humilha guitarrista B.
Claro que existem disparidades, principalmente se você for comparar um profissional com um iniciante, mas quando estamos num patamar profissional, muitas vezes fica claro que a competição não é baseada em critério objetivos, porque a música é fundamentada em critérios subjetivos como emoção e preferência. Me refiro aos músicos que estão fazendo o seu trabalho em alto nível, cada com sua personalidade e estética musical.
Por fim esta é uma competição desnecessária e infantil.
O músico precisa se capacitar como músico, cobrar resultados pessoais e de mercado para que a evolução seja constante e para que possa ter destaque no mercado, mas entendendo que a competição de um lado não traz junto a competição do outro.

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