Desistimos por alguns motivos, mas muitas vezes é porque prosseguir se torna chato e burocrático.
No começo tudo é legal, você voa no aprendizado do instrumento, mas chega um ponto em que você sente que precisa evoluir, pede ajuda e parece que te colocam em uma jaula.
Você questiona se o problema é você, o professor ou a metodologia e, no fim das contas, você vai continuar sem saber.
Vou citar alguma palavras de Stephen Nachmanovitch para ilustrar melhor:
“O divertimento é a raiz de onde brota a arte original, é o material bruto que o artista canaliza e organiza com as ferramentas do conhecimento e da técnica. A própria técnica nasce da diversão, porque não podemos adquirir técnica apenas por meio de práticas repetidas. O trabalho criativo é divertimento, é a livre exploração dos materiais que cada um escolheu. A mente criativa brinca com os objetivos que ama. O pintor brinca com a cor e o espaço, o músico brinca com o som e o silêncio.”
Em todas as classes que dou ou gravo faço questão de deixar bem claro para o aluno o que ele precisa estudar em casa. Ontem mesmo estava mostrando alguns ciclos de estudos e dizendo o quanto eu me divertia estudando aquilo.
Aprender não pode ser chato, se for chato vai ser muito difícil seguir com entusiasmo, será difícil continuar crescendo sadiamente, até que chegará um ponto onde será difícil simplesmente continuar aprendendo. Ninguém quer aprender algo chato e muitas vezes o problema não é a matéria, mas como ela é percebida.
É preciso ter fome de aprender, é preciso se alegrar, sentir-se como criança, desta maneira, é natural querer aprender mais.
Não é tão simples quanto “toque e faça somente o que você quer”, mas ter sensibilidade de se diverti no processo diário do aprendizado.

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