Tem músico que cobra 10 reais para dar aula, tem músico que cobra 150. 
Tem músico que cobra 2 mil reais para dar um workshop, tem músico que faz de graça.
Tem músico que recebe mil reais por show e tem músico que toca pela cerveja.
Tem músico que cobra 600 reais para gravar uma faixa, tem músico que paga para gravar.
Quem esta cobrando pouco e quem esta cobrando muito? 
A gente quer logo colocar a culpa em quem esta “quebrando o esquema’, mas não existe resposta fácil.
O mundo tem mudado muito rapidamente e a maneira como se faz, como se entrega e como se vive de música também.
Normalmente quem esta entrando no mercado esta com sangue nos olhos e disposto a trabalhar por oportunidades, por outro lado, quem esta a mais tempo tende a querer se aventurar menos, as obrigações são outras e o mundo gira em um outro ritmo. 
Nem isso e nem aquilo esta certo ou errado, é simplesmente o mundo real.
E, nesse mundo real, não sei se um dia nos permitiremos ser apenas artistas, no sentido mais puro e romântico da palavra. 
Talvez os grandes artistas nunca tenham sido apenas artistas, neste mesmo sentido, mais provável que por baixo desse manto, eram também grandes empreendedores e visionários, mas no fim das contas nos permitiam perceber apenas a alma artística dentro deles e não as dificuldades de se viver a jornada da vida.

 

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