O que é mais difícil? Tocar um solo lento cheio de “sentimento” ou tocar um solo veloz repleto de virtuosidade?
Tocar pouca nota não está diretamente ligado à soar sentimental. Você pode tocar um solo com poucas notas, sem uma pausa, com o som ruim e não dizer nada. Você pode tocar uma balada com muitas notas, usar respiração e soar magnífico.
Você vai ver músicos incríveis tocando rápido e devagar, assim como vai ver músicos medíocres tocando rápido e devagar.
Então, o problema e a solução não estão nas notas, mas sim em como o musico usa as notas.
A verdade é que o mais difícil é tocar bem, tocar o que a música pede, surpreender o ouvinte, ter um som de qualidade, personalidade e por aí vai.
A maioria dos grandes músicos consegue ter tudo disponível, possuir um som de qualidade e poder usar as ferramentas de esparsidade e densidade no fraseado. A habilidade de contar uma história com as mesmas 12 notas que os outros músicos também têm acesso.
O problema está em desenvolver uma ferramenta e negligenciar a outra.
Alguns músicos ficaram consagrados tocando de forma mais densa e outros de forma mais esparsa, porém não podemos tirar deles um padrão, mas apenas observar que, através de muitos caminhos, podemos chegar a um grande resultado final.

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David-Gilmour

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