Já existiu improvisação na música erudita, inclusive existem vários relatos de compositores como Mozart e Bach que sentavam no piano e tocavam livremente.
Mozart escrevia suas composições sem interrupção no papel, sem necessitar de qualquer contato com o instrumento.
É interessante entender tudo isso, porque a improvisação pode facilmente ser visto como uma composição em tempo real, enquanto que acomposição pode ser observada como um processo de improvisar retardado por escolhas mais minuciosas.
Foi somente no século XIX, com a influência da era industrial que houve um excessivo interesse pela “profissionalização” dos processos e os músicos começaram a se ver restringidos a executar nota por nota das partituras escrita por compositores.
A composição e a execução foram se separando, assim como as formas clássicas e populares.
Por fim, os frequentadores de concertos passaram a acreditar que os bons compositores estavam mortos, basta ver quais os compositores que continuando sendo os mais reverenciados.
O improviso voltou à cena no século passado, inicialmente através do Blues e prevalecendo como algo definitivo no jazz.
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